
Adivinhem o placar final do fim de semana? Zero a zero! Sim, choveu torrencialmente de sexta à noite até esta manhã e eu não cumpri NENHUMA das programações prometidas. Não li nada que não fosse a última Marie Claire, me abstive dos jornais, não visitei ninguém, não saí pra dançar e não cometi nenhum pecado diferente da preguiça e da gula! Vi todos os seriados que não consigo acompanhar durante a semana, revi quase uma dezena de filmes de baixo do edredom, cochilei e namorei bastante.
Algum arrependimento? Nãnaninãninha! As anotações que levei na bolsa para adiantar algumas matérias ficaram intactas. As receitas que queria ter testado, idem. As sacolas de roupa suja não se moveram e nem ao supermercado eu fui. Falei pouco ao telefone, não chequei e-mails, mas, em compensação, aproveitei o aniversário de 83 anos do meu avô e o almoço de Dia dos Pais para curtir momentos valiosos – e cada vez mais raros- em família. Coisas que, parafraseando a propaganda do cartão de crédito, não têm preço!
O ócio faz bem à pele, diminui as olheiras, melhora o humor, atenua os sintomas da tpm, melhora o tônus muscular a cada espreguiçada mais longa, regula o intestino graças às mastigadas sem pressa e, sim, retarda o envelhecimento precoce! Tem coisa melhor do que isso? E não estou falando do ócio criativo, não! Falo do ócio preguiçoso mesmo. Aquele em que o máximo de esforço que se faz é ir da cama para o sofá, do sofá para a janela, da janela à geladeira e assim por diante.
